Eles surgem discretos, mas enfraquecem brotos, deformam folhas e se espalham depressa. Se você agir cedo, salva a planta antes que o ataque vire um problema maior.
Olhe primeiro para brotos, folhas novas, caules macios e botões. É nesses pontos que os pulgões se concentram e passam despercebidos nos primeiros dias.
Esses insetos são pequenos, ovais e podem ser verdes, pretos, amarelos ou marrons. Se a planta parou de crescer sem motivo, vale inspecionar com atenção.
Folhas enroladas, brotos travados e partes deformadas costumam denunciar o problema. Quando esses sinais aparecem, a infestação já começou a roubar energia da planta.
Em dias quentes, os pulgões se multiplicam com facilidade. Quanto mais tempo ficam na planta, mais difícil fica controlar o ataque sem repetir o tratamento.
Afaste a planta afetada das outras e observe tudo com calma. Esse cuidado simples reduz a chance de os pulgões migrarem para vasos vizinhos.
Remova os insetos visíveis com cuidado e mantenha o foco nas partes novas da planta. A ação precisa ser firme, porque deixar alguns para trás reabre a infestação.
Depois do controle inicial, continue vigiando brotos e folhas novas. Os pulgões costumam reaparecer onde a planta ainda está mais sensível.
Quanto antes você identifica o ataque, mais fácil a planta volta a crescer com força. A diferença está em notar os sinais pequenos antes que eles virem prejuízo.
Veja como identificar, tratar e evitar pulgões nas plantas com mais segurança.